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Mapas Mentais

Veja o que são mapas mentais e como eles podem ajudar no planejamento, estudo, fazer apresentações, etc.

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Hoje apresentei no programa HotSpot da DBSERVER, onde trabalho, uma introdução aos mapas mentais. O formato permite apenas 30 minutos, então foi um desafio falar sobre tudo que queria, acho que consegui. Segue abaixo um resumo do que eu falei, e você pode assistir aqui, pois o HotSpot é transmitido via HangOut.

Mapas mentais foram criados por Tony Buzan, e são uma técnica específica, que eu uso e admiro. Um mapa mental tem os sete princípios abaixo, representados em um mapa mental bem simples. Você encontra mapas mentais detalhados sobre como fazer mapa mentais nos slides que eu disponibilizei. Essa técnica pode ser útil em programas de estudos (inclusive criação de resumos para uso posterior), planejamento pessoal e priorização, gestão de projetos (o WBS pode ser criado de um mapa mental), criação de apresentações, etc.

Princípios básicos de um mapa mental
Princípios básicos de um mapa mental

Depois eu demonstrei dois softwares: o XMind (que considero a melhor ferramenta desktop) e o MindMeister (que tem versões web, conectada ao Google Drive, e mobile). Também mencionei que o Tony Buzan tem a sua própria ferramenta, o iMindMap.

A seguir eu falei sobre o que me motivou a dividir esse conhecimento. Eu adaptei a técnica para um projeto de software legado que trabalhei por uma semana há cerca de dois meses. Eu tive de dar manutenção em um projeto em C#, feito com o VisualStudio com .NET Framework 1.0, há cerca de 10 anos, e que roda num Palmtop com Windows Mobile bem antigo, uma tecnologia pré SmartPhone. Eu nunca tinha trabalhado nesse projeto, sequer nesse cliente. Eu recebi uma lista dos web services que haviam sido modificados, e precisava adaptar o aplicativo. Então iniciei imprimindo uma folha com as quatro telas do aplicativo. Depois eu listei os métodos a alterar, e iniciei um mapeamento no papel, onde fui construindo uma representação do código. Você pode olhar nos slides que disponbilizei. O mapeamento e o estudo do código legado durou uns 3 dias. Depois disso, a manutenção em si demorou cerca de 1 hora, seguida dos testes.

Depois disso eu apresentei outras técnicas que também considero “mapas mentais”, embora não sigam os princípios do Tony Buzan. Talvez sejam formas de Visual Thinking, mas enfim, whatever, eu acho que tem tudo a ver. Apresentei então o Kanban (siga o link para o blog do mestre Jorge Audy), Business Model Canvas, apresentações (mencionei que o Daniel Wildt tem usado essa técnica, uma outra fonte de inspiração para eu me aprofundar em mapas mentais) e mapas de metrô. Depois falei de um artista muito legal que já postei aqui no Café do Sky, Ward Shelley.

Interessado? Fique ligado aqui no Café do Sky, pois irei transformar essa apresentação em um curso.

Você acha que essa técnica pode lhe ajudar? De qual maneira? Deixe seu comentário.

Chamada da palestra que gerou esse post
Chamada da palestra que gerou esse post
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Luciano Sclovsky

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Programador, aficcionado por tecnologia e apaixonado por Café.

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